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Imigrantes brasileiros: Como os outros países vêem o Brasil?
Os brasileiros não são muito bem vistos nos outros países, principalmente nos EUA, onde há uma forte imagem ligada à amazônia e ao carnaval, no lado negativo, afirma a empresária brasileira de destaque nos Estados Unidos, Sophia Utnick-Brennan
Data da Publicação da Notícia : 28/02/2025 22:10 por Fabiano de Abreu Rodrigues

Reprodução/

Os brasileiros que se aventuram em outros países e passam a refazer a sua vida em outra cultura muitas vezes se deparam com uma realidade: A forma como o Brasil e seu povo são percebidos no exterior.
Essa visão pode variar, mas em locais como os Estados Unidos e Portugal, predominam estereótipos que podem dificultar a adaptação de quem chega.
De um lado, os brasileiros são vistos como um povo alegre, hospitaleiro e limpo. A ideia de que o Brasil é um país de pessoas calorosas e felizes, apesar das dificuldades, é amplamente difundida. No entanto, essa mesma imagem muitas vezes esconde uma face menos positiva, marcada por preconceitos e estereótipos negativos.
Estereótipos negativos: Violência e exotização
Nos Estados Unidos, por exemplo, há uma percepção de que o Brasil é um país subdesenvolvido, dominado pela violência e associado a imagens superficiais, como a Amazônia e o Carnaval.
“Muitos acham que o Brasil é apenas um lugar altamente perigoso, onde a criminalidade impera, também existe uma visão exageradamente exótica sobre o nosso país, que muitas vezes reduz nossa cultura a festas e danças”.
“Por outro lado, os brasileiros são vistos como um povo alegre, hospitaleiro e limpo. A ideia de que o Brasil é um país de pessoas calorosas e felizes, apesar das dificuldades, é muito forte nesses países”, conta a empresária brasileira de destaque nos Estados Unidos Sophia Utnick-Brennan.
O desafio da adaptação
Para quem imigra, acostumar-se a essa dualidade de percepções leva tempo. De um lado, o carinho pelo Brasil e pelo povo brasileiro, de outro, os desafios de provar que o país e seus cidadãos vão além dos estereótipos.
“Com o tempo, conseguimos mostrar que somos mais do que a imagem que fazem de nós. Mas é um processo que exige paciência e resiliência e depende de cada um”, conclui Sophia.
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