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Putin afirma que Rússia tem evidências de que avião russo foi abatido por míssil Patriot
O presidente russo também reiterou o interesse da Rússia em realizar uma investigação internacional sobre o incidente, mas ressaltou que “não há organizações oficiais interessadas”
Data da Publicação da Notícia : 02/02/2024 08:43 por Redação

O presidente russo também reiterou o interesse da Rússia em realizar uma investigação internacional sobre o incidente, mas ressaltou que “não há organizações oficiais interessadas”

Moscou (EFE).- A Rússia estabeleceu “com precisão” que o avião militar russo Il-76 que supostamente transportava prisioneiros de guerra ucranianos foi abatido há uma semana por um míssil antiaéreo Patriot de fabricação americana, segundo garantiu nesta quarta-feira o presidente russo, Vladimir Putin.
“O avião foi abatido, isso já foi apurado com precisão, por um sistema antiaéreo Patriot. Foi apurado pela perícia”, afirmou Putin durante uma reunião com o grupo de apoio à sua candidatura à presidência russa.
O presidente russo também reiterou o interesse da Rússia em realizar uma investigação internacional sobre o incidente, mas ressaltou que “não há organizações oficiais interessadas”.
“Aproveitando a ocasião, declaro oficialmente: pedimos o envio de especialistas internacionais para fazer essa análise, avaliar as evidências materiais existentes, pois o avião foi abatido com um sistema Patriot, em local específico e em horário determinado”, destacou.
No entanto, indicou que a queda do avião com prisioneiros não implicará na cessação das trocas com a Ucrânia porque “temos que resgatar os nossos rapazes”.
Esta declaração foi feita pouco depois de a Rússia e a Ucrânia terem informado sobre a troca de 195 prisioneiros militares de guerra de cada lado, além de 12 civis ucranianos, apenas uma semana após a troca frustrada pela derrubada do Il-76.
Segundo a versão russa, o avião de transporte militar russo Il-76 foi abatido naquele dia pela Ucrânia.
Por sua vez, Kiev, que confirmou apenas que estava sendo preparada uma troca, alega que o avião transportava armas e não prisioneiros de guerra. EFE
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